sexta-feira, 2 de fevereiro de 2018

Previsões numerológicas 2018 - parte 1




Agora já plenamente na energia de 2018, a acompanhar os planos e resoluções para este ano, proponho-vos uma rápida abordagem e interpretação destas energias na vertente numerológica.
Antes de mais, gostava que compreendessem que mais importante ao nível pessoal para cada um de nós é a energia que marca ou caracteriza os nossos anos pessoais, que se iniciam no nosso aniversário, enquanto a vibração que se retira do ano de calendário – iniciando-se a 1 de janeiro – é, muitas vezes, uma  indicação de uma força ou tendência silenciosamente presente como pano de fundo, ajudando e influenciando as opções que ressonem com ela, mas não nos influenciando tão directamente.
Muitos de nós, aliás, não estarão, a esse nível pessoal, sequer a vibrar na energia de 2018, mas apenas, e até à véspera do nosso aniversário, na de 2017.
A específica forma de nos orientarmos na linha cronológica, característica da nossa dimensão humana e terrestre, não é, sequer, uniforme para todas as civilizações actuais: muçulmanos e judeus, por exemplo, possuem um calendário específico, e as leituras e interpretações serão pois diversas e variadas.
Vivendo nós numa sociedade ocidental, regida pelo calendário que conhecemos e nos acompanha, é esta que atendemos para os nossos cálculos e «previsões».
Em primeiro lugar, 2018 reduz-se a um número mestre, o 11 (2+0+1+8); poderia ainda ser reduzido á energia singular do 2, mas, sem deixarmos de atender a esta, que se encontra inegavelmente presente ainda «dentro» do 11, este será a expressão principal para 2018.
Como número duplo, possui uma característica específica, daí que não seja reduzido, representando uma vibração que ultrapassa a do 1 ou a do 2, singularmente considerados; estas energias mestres não são assim denominadas por serem de alguma forma «superiores» ou melhores ou mais benéficas do que as restantes, mas apenas pela sua especificidade de duplicarem a energia do número singular que os compõe.
Assim, 2018 transporta desde 1 de janeiro, nesta forma abrangente e muito genérica, uma vibração de inovação, liderança e empreendedorismo. Ela incentiva a autonomia e o desejo de colocarmos em prática os nossos projetos e sonhos, bafejando favoravelmente a prossecução dos sonhos e das visões, não meramente pessoais ou individualistas, mas antes orientadas para o progresso, para a evolução social e colectiva.
Será, sem dúvida, para todos os que sentirem esse apelo, um ano extraordinário para descobertas, revelações, avanços e descobertas sempre para o bem colectivo ou global.
Os visionários, os líderes, terão terreno fértil para plantarem as suas sementes, e encontrarão recetividade para o efeito, da mesma forma que as actividades e projectos pessoais reclamarão para muitos de nós um empenho e acção directa e activa na sua realização.
A inerência da vibração do 2, que se encontra subjacente ao 11, determina ao aspecto relacional destas tendências, na medida em que estas se dirigem, ainda que partindo de iniciativas individuais muitas vezes, para os outros, para o colectivo, os grupos, a sociedade. Estamos perante uma consciência das relações sociais e das dinâmicas cooperativas, que assim impedem tendências autoritárias ou excessivamente dominadoras que poderiam caracterizar a independência e autonomia individual que está na passe ou no fundamento destes projectos e visões.
Já a forma, concretização e alcance destas mesmas iniciativas dependerá muito de dois outros factores ou elementos essenciais para a nossa leitura: a energia representada pelos números de Vida de cada um de nós, bem como dos anos pessoais respectivos.
Estes dois elementos serão as balizas e faróis para cada um de nós se alinhar com os propósitos que 2018 representa.
Essa interpretação que vos proponho neste texto e nos seguintes necessita, pois, que conheçam estes elementos simples e para o cálculo dos quais apenas necessitam de saber a vossa data de nascimento. Fácil, não acham?
Por exemplo, quem também possua no seu número de Vida a energia do 11 irá sentir de forma muito mais acutilante e emergente as influências que descrevi anteriormente, sobretudo a partir do seu aniversário. Mas notem que esta pessoa pode ter um ano pessoal com uma energia completamente diferente e aquelas influências poderão reduzir em muito a sua força de expressão; por outro lado, quem, independentemente do seu número de Vida esteja a entrar num ano pessoal também marcado pela vibração do 11 irá sentir-se profundamente identificado com esta energia.
Ainda assim, apenas a compreensão e análise destes três aspectos em conjunto irá determinar os aspectos específicos e mais concretos que assumirá para cada um de nós a vibração de 2018.
Hoje, ficamos assim com esta ideia de como se relacionam as energias e qual a energia global relativa á vibração de 2018, propondo-vos mais dois: no próximo artigo, a publicar na próxima semana, procederei às interpretações relativas aos números de vida, interligando-os com a vibração do ano corrente, e, no artigo seguinte irei falar-vos então das energias dos anos pessoais e como os calcular.
Desta forma, ficarão a conhecer e compreender estas sinergias e poderão adaptá-las aos vossos casos concretos.
Para quem ainda não conhece o seu número de Vida ou Destino, basta que somem individualmente todos os algarismos da vossa data de nascimento e reduzem a expressão final; por ex., 12/12/1960 = 1+2+1+2+1+9+6+0= 22, ou 14/6/1974 = 1+4+6+1+9+7+4 = 32 = 3+2 = 5.
Como podem ver nos exemplos, não devem reduzir durante a operação, mas apenas o resultado final e, por sua vez, se alcançarem um número mestre (11,22,33 ou 44) não devem reduzir mais.
Portanto, um 22 não se reduz ao 4, mas um 32 reduz-se ao número singular.
Calculem pois o vosso número de Vida e aproveitem para vos sintonizarem com a vibração deste vosso número particular e especial que tanto nos diz sobre a nossa missão no mundo. No próximo artigo partilharei convosco as minhas interpretações para cada um dos números de Vida.


quinta-feira, 11 de janeiro de 2018

Oportunidades do 11-1-11

Estamos hoje perante uma vibração muito particular, pois é o dia 11-1-2018, sendo que a vibração deste ano é o 11, pelo que podemos ler esta data da forma seguinte: 11-1-11.
Por sua vez, a redução desta data remete para a vibração do 5, o número do progresso, da inovação, da rebeldia e do fogo puro, mudando, transformando e reinventando tudo á sua passagem.
Ele traduz de forma perfeita todo o potencial que esta data contém, já que a energia do 1, assim amplificada e dos 11 também, transporta consigo essa capacidade de iniciativa, de autonomia e de trabalho individual muito activo, dirigido e focado, imbuído de visão e de liderança.
Nada surpreendente pois que sintamos hoje particularmente esta necessidade de por em prática e manifestar os nossos planos e projectos, sentindo que podemos alcançar e caminhar no sentido dos nossos sonhos, plenos de energia e de vontade de mudar.
Esta convergência energética pode funcionar para muitos como um portal vibracional fortíssimo, facultando a todos esta abertura de oportunidades, clareza de objectivos e, sobretudo, uma capacidade de visualizar objectivos e projectos pessoais e colectivos de uma forma muito clara e tangível.
Confiem na vossa iniciativa, na vossa visão, tomem decisões e avancem na construção dos vossos projectos.
Hoje pode bem ser um dia marcante para a energia que caracteriza 2018 e para a vibração que ele transporta, como uma abertura para novas fases, novos processos, mesmo para planos mais elevados do ser e do sentir.
Aproveitem e desfrutem, ousando acreditar e conceber. 




sexta-feira, 5 de janeiro de 2018

Do Amor e do Sofrimento - reflexões

Estamos tão habituados - ou condicionados - a pensar no Amor como algo raro ou difícil de obter ou de manter que achamos normal chorar e sofrer de amor, de tal forma que Amar se tornou sinónimo de Dor e Sofrimento.
Esta é uma crença tão difundida que por todo o lado, em qualquer conversa é normal ouvirmos os relatos de queixas e tristezas variadas, seja de amores não correspondidos ou terminados, seja de parentalidades desiludidas... por sua vez,os media e a indústria dos filmes e muita literatura dita romântica propagam também  esta imagem do amor sofredor, batalhado, como algo a conquistar e manter, algo externo e ilusivo...
Esquecemos há muito que o Amor não existe verdadeiramente fora de nós, nem é algo que possamos ganhar, adquirir ou merecer por alguma forma, acção ou dependência.
O Amor é a ausência da dor e da tristeza, é a antítese de todo o sofrimento e mágoa.
O Amor não é uma dádiva de alguns seres maravilhosos ou iluminados que ocasionalmente nos enchem com a sua atenção e dedicação, nem é uma obrigação filial ou familiar, não é moeda de troca nem comparação: afinal, somos todos expressão do Amor, a vida é a sua manifestação, Amar é simplesmente respirar, estar consciente e ser a cada momento.
Não se conquista porque simplesmente está dentro de nós, manifestando-se a cada milésima de segundo da nossa existência.
Nada exige, nada controla, nada possui, nada prende, nada pede: simplesmente É!
É o leve bater de asas do nosso coração, por nada mais do que a simples consciência da dádiva da Vida; é o sorriso nos nossos lábios perante a beleza do que nos rodeia.
Não o encontraremos na dependência relacional que criamos com o outro, seja filho ou seja parceiro, nem no elogio ou reconhecimento dos outros, nunca o encontraremos enquanto o procurarmos fora de nós.
Apenas quando olhamos para dentro e reconhecemos essa chama da Vida que nos alimenta dentro do nosso coração seremos capazes de amar verdadeira e incondicionalmente, amar não apenas os que nos são próximos, mas amar a humanidade e os animais, o ambiente  e o planeta, nessa compreensão de que somos todos parte do mesmo, todos ligados na teia da Vida, numa sinergia de eco-sistemas amorosamente sustentáveis.
Quando queremos prender o outro, quando queremos cobrar do outro, quando exigimos algo do outro, é o nosso Ego a manifestar o sentido de posse, a cobrar, a controlar, motivado pelo medo, pela fuga e pelo sofrimento.
A separação é ilusão da matéria, e é o nosso desafio para voltarmos a ser todos, completos e bastantes.
Amar não é ansiar e sofrer, amar é algo que sustenta a vida, algo que brilha dentro de nós, bastando abrir as portas do nosso coração para que brilhe e se expanda... e quanto mais se expande, mais cresce e mais nos sustenta, sem necessidade de prendermos os outros ao nosso lado ou sob o nosso controlo, sem necessidade de ser reconhecido ou recompensado.
Quando percebermos e conseguirmos ver que o Amor, na sua totalidade, na sua infinitude e imensidade está apenas dentro de cada um de nós, mas assim está em todos, mesmo nos que o não reconhecem, então conseguiremos ver que ele está por todo o lado, presente e activo em cada momento da nossa Vida.
Essa é a porta da compaixão e da alegria de viver.
Isenta de sofrimento e dor? Não, naturalmente não, pois a ilusão da separação que a matéria comporta é feita dessa dualidade e o reconhecimento do Amor não nos torna imunes como uma vacina ou protecção indestrutível; o que nos torna é compassivos, presentes e conscientes, reconhecendo que o sofrimento também ele passará, e que parte da sua força deriva apenas do nosso próprio olhar e expectativas sobre ele e não daquilo que objectivamente achamos que o causou.
Sofro porque alguém me magoou, através de actos ou palavras ofensivas, críticas ou outras; mas a relevância ou dimensão desse sofrimento dependerá afinal da importância que eu atribuir a tais actos ou palavras; da minha capacidade de entender o porquê dos mesmos e até a minha própria responsabilidade por eles, e, eventualmente, da minha capacidade de perdoar tais actos ou palavras ou perdoar-me a mim mesma.
Posso não controlar os actos e decisões dos outros, mas posso sem dúvida controlar e escolher a minha reacção aos mesmos; posso assumir e reclamar a minha própria capacidade de perdoar, aceitar e sobretudo de não me deixar influenciar pelos outros.
Quando deixarmos de reagir emocionalmente e utilizarmos a inteligência emocional para reflectirmos sobre os processos reactivos e dolorosos, poderemos começar o nosso próprio processo de cura, de enfrentar os nossos medos (do nosso Ego, esse instrumento de sobrevivência e protecção tão mal compreendido, e que também precisamos aprender a amar) e de nos tornarmos cada vez mais conscientes da nossa essência amorosa e única.
Uma das chaves da felicidade (cliché este que utilizo com amor e consciência, sorrindo sempre interiormente) está nesta nossa saída consciente do esquema Acção-Reacção em que fomos submergidos desde a nossa infância, para não dizer desde o nosso nascimento, e passarmos a reclamar o papel de observadores conscientes dos nossos processos. 
Esse é o primeiro passo para reencontrarmos o Amor dentro de nós, e para nos tornarmos mais sãos e conscientes.
 

segunda-feira, 17 de julho de 2017

A energia do 7

Interrompo hoje a minha «licença forçada» e o silêncio dos últimos meses devido á energia do dia de hoje: encontramo-nos perante uma data 17/07/2017 - que podemos escrever como uma capicua 17-7-17 e que, após a redução numérica se reduz a um ... 7 também :)
Independentemente de outras interpretações, é inevitável olharmos para estes números e data e imediatamente nos apercebermos desta predominância, concluindo pela força desta energia do 7, como se nos quisesse transmitir algo, umna mensagem ou intenção.
O dia convida-nos a um foco, uma concentração de intenção e de vontade, apelando ao estudo, ao recolhimento e à observação, características do 7.
Se prestarmos atenção a esta vibração e a respeitarmos, veremos muito reforçadas todas as actividades que envolvem estudo e avaliação, preferindo hoje estes aspectos da calmaria, não sendo um dia propício a actividades dinâmicas, requerendo acção e decisão, que se poderão revelar precipitadas e insuficientemente infundadas.
Honremos esta energia, voltando a apreciar os assuntos que se nos apresentam, dando tempo para que as coisas amadureçam e cresçam em segurança, convicção e oportunidade.
Fortaleçamos hoje as nossas posições e preparemo-nos para sustentarmos a acção futura, por forma a que esta seja ponderada, calculada e tão sustentada e firme quanto possível.
Por hoje, estudemos, analisemos e amanhã então tomemos as decisões mais acertadas e conscientemente iluminadas. :)

Sejam pacientemente felizes, só por hoje!
Yehi Or

terça-feira, 25 de abril de 2017

Hexagrama no dia da comemoração da Revolução

«Um povo pode ser transportado, enquanto que nada pode deslocar os seus poços»: os poços simbolizam as fontes, o alimento essencial, e assim a identidade profunda de um povo, que se manterá irredutível e sempre abundante, independentemente das movimentações e alterações que possa sofrer.
O tema para hoje será questionarmos quais os nossos verdadeiros recursos, e como poderemos realizar o nosso potencial.
Nunca devemos duvidar dos nossos recursos e do nosso potencial ou da sua adequação e suficiência; todavia, teremos a coragem e a força para alcançarmos tais recursos bem dentro de nós e de os lançarmos sem desistirmos (ou seja, sem partir a corda do balde que atiramos ao poço) para retirarmos a água e bebermos?
Assim como a água do poço está dentro dele, e por vezes bem no fundo, também nós devemos voltar-nos não para o exterior ou para os outros, mas sim para dentro da nossa alma, para o nosso centro ou fundações, é o que nos recorda o hexagrama de hoje, com o número 48, «O Poço».
Uma reflexão apropriada para este dia em que recordamos a revolução dos Cravos, pedindo que observemos os recursos que a mesma nos disponibilizou e a nossa capacidade de os utilizarmos de forma correcta e adequada, como colectivo, comunidade e nação.
Quer ao nível individual, quer ao colectivo, este hexagrama lembra-nos ainda que não devemos tapar o poço, com receio de esgotar os seus recursos, mas antes abri-lo e permitir o fluxo de água e abundância, que, quanto mais retiramos, mais flui; necessitamos remover as barreiras e obstáculos para fazermos parte do fluxo e nos permitirmos experimentar a nossa verdadeira essência, recuperando todo o potencial das situações que se nos deparam.
As energias do 3 (por redução do 21) pontuam o dia de hoje, numa ligação simbiótica com o 7 (de 25): de forma semelhante, estes números colocam-nos perante a necessidade de usarmos de forma criativa e activamente, nomeadamente por meio dos nossos contactos e amizades, os tais recursos internos, sobretudo a nossa sabedoria e experiência interna, resultado do nosso estudo, aprendizagem e vivência anterior.
Honremos, pois, essa nossa sapiência e conhecimento. colocando-a ao serviço e proactivamente, comunicando e transmitindo, sem receio de esgotar ou perdermos a nossa liberdade ou meios; entreguemo-nos ao fluxo criativo, mergulhemos dentro de nós para nos colocarmos assim na corrente, prontos a segui-la e deixar-nos conduzir na descoberta dessa riqueza interior e nos frutos respectivos.

Yehi Or

quinta-feira, 20 de abril de 2017

De regresso

Regressada do retiro anual de Hatmara, em Monchique, no fantástico Karuna, e apesar de apenas aí ter dispendido 3 dias e meio, o regresso prova-se sempre complicado e surpreendentemente difícil... é o regresso às rotinas, é o ambiente ruidoso, apressado, poluído, é o choque energético resultante da diferença de frequências... e assim enfrentamos um novo desafio: como manter ou prolongar o estado de espírito, consciência e vibração daqueles dias na nossa vida material e conformada? Ou como encontrar maneiras de introduzir práticas e momentos que nos voltem a sintonizar com essa energia e disposição?
Sim, porque isolarmo-nos num retiro e aí experienciarmos e vivermos de forma presente, mindful e consciente, isolados de outros estímulos, responsabilidades e pressões, é uma coisa; outra, totalmente diferente, é trazermos essa prática para o nosso dia a dia...
Facilmente e sem aviso damos por nós a combater o tempo e as pressões, e a negligenciarmos o nosso tempo próprio de meditação, de práticas, de foco e presença... a negligenciarmo-nos, enfim.
Não precisamos de viver como monges ou eremitas, e as experiências e alegrias materiais e físicas fazem parte do nosso potencial e da nossa missão neste planeta; o desafio está exactamente aí: em procurar este equilíbrio entre o céu e a terra, vivendo plenamente na nossa dimensão terrena sem perdermos o contacto com  a nossa dimensão espiritual e universal, e vice-versa, ou seja, sem escapismos espirituais para negarmos a nossa dimensão humana. Viver a espiritualidade com os pés bem assentes na terra, eis algo que muitos de nós temos dificuldade em cumprir e experimentar de forma completa ou equilibrada :)
Gratidão pela possibilidade de trilhar este caminho, ainda muitas vezes sem entender aonde me leva, e com dificuldades e obstáculos por vezes sentidos como imerecidos, mas provavelmente necessários!
Regresso assim, de mansinho, respirando sempre... até já!

terça-feira, 11 de abril de 2017

Hexagrama para 11/3/2017

O Hexagrama para hoje é o nº 62, Hsiao Kwo, o Trovão sobre a Montanha: «A Importância dos Pequenos».
Seja qual for a nossa posição, este hexagrama lembra-nos a necessidade de darmos pequenos passos e fazermos pequenas coisas uma de cada vez, dando a nossa atenção ás coisas consideradas pequenas, a fim de garantirmos o êxito e o progresso nas nossas acções.
Não é, por ora, o momento de aspirarmos a maiores cargos, responsabilidades, ou objectivos finais, pois ainda não estão reunidas as condições para isso; em vez de querermos chegar ao topo da montanha, necessitamos preparar a ascensão, limpando o caminho e reunindo as ferramentas necessárias.
Atentar aos detalhes, pois não podemos realizar as grandes coisas de uma vez só, mas antes sendo pela realização das pequenas coisas ao nosso alcance directo e imediato que conseguiremos construir o caminho, e eventualmente chegar ao nosso destino, da mesma forma que os pássaros, por pequenos que sejam, cruzam os céus, expostos e vulneráveis, sabendo que necessitarão de pousar, e aceitando esse percurso.
Da mesma forma, respeitemos a nossa natureza, voemos por ora mais perto do chão, até podermos reunir as condições para os voos mais elevados, conhecendo os nossos limites e respeitando-os.

Numerologicamente, é um dia universal de energia 6, o que nos indica que as emoções estarão em destaque, reclamando atenção e trabalho, vibrando em sensibilidade, mas também numa vocação de serviço e solidariedade; sob a influência ainda do 11, um número mestre, do dia actual, sentiremos facilmente esta necessidade de actuar, de que nos fala o Hexagrama, mas fazendo-o de acordo com aquilo que nos está mais próximo, a família, o lar,os amigos, as comunidades pequenas, colocando-nos de forma útil e dirigida ao serviço de obras e projectos concretos, com atenção ao pormenor, ao detalhe, aos passos adequados de acordo com os limites e circunstâncias actuais, ao invés de cairmos em grandes sonhos ou visões grandiosas, desprovidas ainda das fundações e bases necessárias.

Tenhamos em mente estas mensagens energéticas para construirmos hoje resultados concretos e que, na sua aparente pequenez, irão construir a estrutura dos futuros voos e sonhos maiores.
Yehi Or