Agora já
plenamente na energia de 2018, a acompanhar os planos e resoluções para este
ano, proponho-vos uma rápida abordagem e interpretação destas energias na
vertente numerológica.
Antes de
mais, gostava que compreendessem que mais importante ao nível pessoal para cada
um de nós é a energia que marca ou caracteriza os nossos anos pessoais, que se
iniciam no nosso aniversário, enquanto a vibração que se retira do ano de
calendário – iniciando-se a 1 de janeiro – é, muitas vezes, uma indicação de uma força ou tendência
silenciosamente presente como pano de fundo, ajudando e influenciando as opções
que ressonem com ela, mas não nos influenciando tão directamente.
Muitos de
nós, aliás, não estarão, a esse nível pessoal, sequer a vibrar na energia de
2018, mas apenas, e até à véspera do nosso aniversário, na de 2017.
A específica
forma de nos orientarmos na linha cronológica, característica da nossa dimensão
humana e terrestre, não é, sequer, uniforme para todas as civilizações actuais:
muçulmanos e judeus, por exemplo, possuem um calendário específico, e as
leituras e interpretações serão pois diversas e variadas.
Vivendo nós
numa sociedade ocidental, regida pelo calendário que conhecemos e nos
acompanha, é esta que atendemos para os nossos cálculos e «previsões».
Em primeiro
lugar, 2018 reduz-se a um número mestre, o 11 (2+0+1+8); poderia ainda ser
reduzido á energia singular do 2, mas, sem deixarmos de atender a esta, que se
encontra inegavelmente presente ainda «dentro» do 11, este será a expressão
principal para 2018.
Como número
duplo, possui uma característica específica, daí que não seja reduzido,
representando uma vibração que ultrapassa a do 1 ou a do 2, singularmente
considerados; estas energias mestres não são assim denominadas por serem de
alguma forma «superiores» ou melhores ou mais benéficas do que as restantes,
mas apenas pela sua especificidade de duplicarem a energia do número singular
que os compõe.
Assim, 2018
transporta desde 1 de janeiro, nesta forma abrangente e muito genérica, uma
vibração de inovação, liderança e empreendedorismo. Ela incentiva a autonomia e
o desejo de colocarmos em prática os nossos projetos e sonhos, bafejando
favoravelmente a prossecução dos sonhos e das visões, não meramente pessoais ou
individualistas, mas antes orientadas para o progresso, para a evolução social
e colectiva.
Será, sem
dúvida, para todos os que sentirem esse apelo, um ano extraordinário para
descobertas, revelações, avanços e descobertas sempre para o bem colectivo ou
global.
Os
visionários, os líderes, terão terreno fértil para plantarem as suas sementes,
e encontrarão recetividade para o efeito, da mesma forma que as actividades e
projectos pessoais reclamarão para muitos de nós um empenho e acção directa e
activa na sua realização.
A inerência
da vibração do 2, que se encontra subjacente ao 11, determina ao aspecto
relacional destas tendências, na medida em que estas se dirigem, ainda que
partindo de iniciativas individuais muitas vezes, para os outros, para o
colectivo, os grupos, a sociedade. Estamos perante uma consciência das relações
sociais e das dinâmicas cooperativas, que assim impedem tendências autoritárias
ou excessivamente dominadoras que poderiam caracterizar a independência e
autonomia individual que está na passe ou no fundamento destes projectos e
visões.
Já a forma,
concretização e alcance destas mesmas iniciativas dependerá muito de dois
outros factores ou elementos essenciais para a nossa leitura: a energia
representada pelos números de Vida de cada um de nós, bem como dos anos
pessoais respectivos.
Estes dois
elementos serão as balizas e faróis para cada um de nós se alinhar com os
propósitos que 2018 representa.
Essa
interpretação que vos proponho neste texto e nos seguintes necessita, pois, que
conheçam estes elementos simples e para o cálculo dos quais apenas necessitam
de saber a vossa data de nascimento. Fácil, não acham?
Por exemplo,
quem também possua no seu número de Vida a energia do 11 irá sentir de forma
muito mais acutilante e emergente as influências que descrevi anteriormente,
sobretudo a partir do seu aniversário. Mas notem que esta pessoa pode ter um
ano pessoal com uma energia completamente diferente e aquelas influências
poderão reduzir em muito a sua força de expressão; por outro lado, quem,
independentemente do seu número de Vida esteja a entrar num ano pessoal também
marcado pela vibração do 11 irá sentir-se profundamente identificado com esta
energia.
Ainda assim,
apenas a compreensão e análise destes três aspectos em conjunto irá determinar
os aspectos específicos e mais concretos que assumirá para cada um de nós a
vibração de 2018.
Hoje, ficamos
assim com esta ideia de como se relacionam as energias e qual a energia global
relativa á vibração de 2018, propondo-vos mais dois: no próximo artigo, a
publicar na próxima semana, procederei às interpretações relativas aos números
de vida, interligando-os com a vibração do ano corrente, e, no artigo seguinte
irei falar-vos então das energias dos anos pessoais e como os calcular.
Desta forma,
ficarão a conhecer e compreender estas sinergias e poderão adaptá-las aos
vossos casos concretos.
Para quem
ainda não conhece o seu número de Vida ou Destino, basta que somem
individualmente todos os algarismos da vossa data de nascimento e reduzem a
expressão final; por ex., 12/12/1960 = 1+2+1+2+1+9+6+0= 22, ou 14/6/1974 =
1+4+6+1+9+7+4 = 32 = 3+2 = 5.
Como podem
ver nos exemplos, não devem reduzir durante a operação, mas apenas o resultado
final e, por sua vez, se alcançarem um número mestre (11,22,33 ou 44) não devem
reduzir mais.
Portanto, um
22 não se reduz ao 4, mas um 32 reduz-se ao número singular.
Calculem
pois o vosso número de Vida e aproveitem para vos sintonizarem com a vibração
deste vosso número particular e especial que tanto nos diz sobre a nossa missão
no mundo. No próximo artigo partilharei convosco as minhas interpretações para
cada um dos números de Vida.

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