O 9 com todo o seu potencial que nos leva a ponderar o que fizemos, a reolhar para as nossas escolhas e caminhos anteriores, a limpar e encerrar assuntos, pendências e tudo o que se mostre desajustado, e que também nos impulsiona no sentido de um humanismo e idealismo mais vincado, dirigindo a nossa intenção e o nosso coração para novos valores e objectivos situados em patamares mais elevados e apurados, e que é, aliás, a tónica do ano que estamos a viver, assume uma premência cada vez mais sentida e assumida por muitos de nós, como se fora um chamado universal; sentimos que o tempo está a passar e se impõem estas mudanças de paradigmas. de perspectivas e as nossa almas anseiam por missões mais assumidas, integradas e conscientes.
Da mesma forma, a impaciência e falta de motivação para continuar a sustentar os antigos padrões, comportamentos, formas e desculpas começam a ser inevitáveis e comummente entendidas.
Sob os auspícios do 11, número de liderança, de exemplo, autonomia e avanço irreprimível em direcção ao futuro e a novos objectivos, todos temos agora a possibilidade de assumirmos os nossos papéis neste grande jogo ou peça em que se definem novos rumos, novas, consciências e novas sociedades.O apelo é, pois, para que cada um de nós se cumpra e honre o seu chamado, a sua missão, assumindo a sua iniciativa particular, o seu passo em frente, como peças de um enorme painel que represente um novo desenho.
Sejamos, pois, os desbravadores de novos mundos!
Yehi Or!

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