A minha primeira reacção foi sentir-me um pouco «revoltada» ou angustiada com isso, alimentando logo um círculo interno de reprovação e repreensão... mas depois respirei, observei... e aceitei.
Nem sempre podemos cumprir tudo o que nos propomos, nem sempre (ou, na verdade, quase nunca) controlamos o que se passa e nos rodeia, mas podemos sempre aceitar o que nos chega e o que alcançamos, pois muitas vezes essa é a forma de a vida nos indicar aquilo de que realmente necessitamos, pedindo que a ouçamos, e que nos ouçamos na nossa verdadeira essência, na nossa voz interior.Pausar e esperar são aspectos tão importantes quanto o agir ou avançar. Saibamos apreciar esses diferentes aspectos da mesma moeda, e adaptarmo-nos ao que cada momento nos entrega ou pede.
É como ficarmos sem rede quando queremos ou «necessitamos» de consultar algo na net, ou de publicar algo... o que, curiosamente, aconteceu também durante a redacção deste texto :)
Aceitar que essa situação está fora do nosso controlo e simplesmente aguardar é uma preciosa lição e uma oportunidade nova de desfrutar da espera e do estar, simplesmente, rendendo-nos ao momento.Num dia em que a energia se lê em cores de 1 - acção, autonomia e movimento dirigido - modulados pela suavidade do 7 - que quer estudar, observar, aprofundar conhecimentos e sabedoria - o desafio é de conciliar a acção com a observação, usando a iniciativa mais para recolher informação e conhecimento do que avançar significativamente.
Para mim, hoje o 1 veio a expressar-se, de forma mais serena e segura, após o processo de inspiração motivado pelas forças do 7... daí este post mais tardio, marcando o regresso a uma acção adiada :)
E vocês, como têm sentido hoje estas forças?
Sejam muito felizes!| Yehi Or!
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