Afinal, quem somos nós para conhecer os caminhos e opções dos outros? Aquilo que nos pareçam erros podem ser escolhas e propósitos necessários para eles; o respeito e amor pelo outro tem como consequência sempre necessária o respeito pela sua liberdade pessoal e pelo seu livre arbítrio, incluindo o direito de errar (afinal, considerar as as acções dos outros como erro não é mais do que um julgamento, um juízo de valor nosso, reflectindo as nossas crenças e valores pessoais sobre esses factos ou escolhas)
Aceitemos então liderar sim, mas apenas aqueles que queiram ser liderados e se identifiquem com esse caminho que advogamos. Aprendamos, paralelamente, a praticar a tolerância e o desapego como formas de não tentarmos controlar os outros e o mundo.
Manifestemo-nos pelo nosso exemplo e não pelos discursos inflamados ou raciocínios tendentes a convencerem os restantes da bondade e justeza das nossas intenções.Uma vez que a energia global se expressa, por sua vez, na ressonância do 6, é natural que a área de eleição para estas afirmações e iniciativas seja a da família e dos relacionamentos afectivos, trabalhando as emoções e a forma de vivermos as relações e a nossa posição nas mesmas e na família.
Atenção, atenção, atenção! Que seja esse o mote para o vosso dia, e que saibam dosear a vossa liderança e iniciativa com afecto, carinho e assertividade amorosa!
Sejam, pois, activamente felizes, só por hoje! Yehi Or!

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